O livro "A aventura da reportagem" funciona como um guia totalmente prático do que é a rotina diária de um repórter. Explica como funcionaas fontes, quando e porque se deve confiar nelas e como não cair em armadilhas. Tudo isso para se chegar na "melhor versão da verdade"."A melhor versão da verdade" é explicada no fato de que geralmente o repórter não é testemunha ocular nem dos fatos mais corriqueiros, porisso a checagem dos fatos é fundamental. Essa checagem ocorre com asfontes oficiais: bombeiros, policiais, acessores de imprensa, etc. E comas pessoas comuns, quem normalmente detém grande número de informações. O livro ressalta também que nenhum jornal funciona sem o repórter. Produtores, editores, redatores, são importantes, mas o repórter é fundamental. A justificativa para isso é que sem um bom produtor, derepente o jornal não vai ter um bom acabamento, mas se tiver um furo de reportagem ele vai sair mesmo assim. Já sem boas matérias, ou seja, bons repórteres, a publicação é impossível. São dois os jornalistas que narram suas desventuras pelo mundo da reportagem: Gilberto Dimenstein e Ricardo Kotscho. Gilberto Dimenstein descreve como é o trabalho no campo minado que se chama Brasília. Ele explica como funciona as fontes em off e como se proteger delas. Em Brasília os políticos usam a imprensa para botar emprática seus planos: derrubar inimigos, instaurar planos políticos, aprovar emendas, etc. Já Kotscho explica como ser o repórter do comum, do usual, da vidacotidiana e das pessoas iguais a todos. Escrever sobre o que nenhum repórter mais quer. Ouvir a fonte não-oficial.
Simone Lima
1º Período de Com. Social - Jornalismo
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
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