O grande fato é que ninguém nasce sabendo. Como diz o ditado popular, todo mundo nasce banguela, careca e pelado. Até o grande arquiteto Oscar Niemeyer.Nada como sair de casa no meio do feriado em um sábado ensolarado, enfrentar poucas filas de carros no trânsito e ir rumo a um dos maiores e mais importantes Museus de Arte Contemporânea do Brasil e América Latina. Há que ache programa de índio, como há quem diga que índio é aquele que não contempla a arte.
Na verdade, não é necessária nem se quer a entrada no Museu Oscar Niemeyer para visualizar as grandes obras ali exposta. O próprio lugar já pode ser considerado uma obra prima e batizado com o nome do autor, um mestre da arquitetura.
De complexo a complexo, a arte que toma conta dos nossos olhos mostra um lado quase nunca visto por nós próprios, a contemporaneidade. Os nomes não muito falados no dia a dia como: Bruno Giorgi, Emanuel de Araújo, Francisco Brennand estão em destaque no espaço privilegiado que também leva o sobrenome do gênio e audacioso arquiteto como “Espaço Niemeyer”. Nomes tão pouco falados más de grande importância na arte brasileira. É a partir dessa visita que podemos observar os grandes trabalhos dos grandes artistas.
A visita acaba sendo magnificamente significante, como um aprendizado à história da arte e à vida. Niemeyer soube e muito através de seu projeto mais audacioso transpassar esses valores à sociedade.
Ao ir embora, nos da à sensação de que algo nos observa com um desejo de que retornemos ao local. E se olharmos para trás, veremos que quem nos observa é o olhos do próprio museu.
Hamilton Junior
Estudante de Com. Social - Jornalismo
Foto: Museu Oscar Niemeyer (http://www.pr.gov.br/mon/)