Quem, nessa cidade de Curitiba, já não se deparou com a infeliz situação de encontrar alguém com um aparelho de som com auto-falante estourando no último volume nos ônibus? Principalmente aos domingos nos “Vermelhões”, quando as passagens são mais baratas. A maioria dos incômodos passageiros é adolescente, mas existem exceções revoltantes, é uma situação realmente perturbadora.
Que isso é falta de respeito, é óbvio, mas, além disso, é um tremendo descaso com os outros cidadãos que utilizam o transporte público. Por mais que agrade uma ou outra pessoa ao lado, ninguém é obrigado a gostar das mesmas coisas que o outro. Cada um é um ser único. É revoltante ter que ouvir as mesmas músicas que outra pessoa. O pior é que se você toma alguma atitude, por mais sutil que seja, ainda corre risco de apanhar. É um absurdo!
Meu irmão queria dar uma “voadora” em todas as pessoas que fazem isso. Já eu acho que só uns bons gritos e sermões já fazem algum efeito, mas gostaria de aderir à campanha da minha colega e doar um fone de ouvido a cada um desses indivíduos, com o apoio da prefeitura, é claro.
Minha amiga contou que passou por uma situação em que nem conseguia ouvir os próprios fones de ouvido de tão alto que estava o volume do aparelho de uma mulher acompanhada de sua filha pequena. Que horror! E essa menina, que belo exemplo vai ter, não?!
Meu irmão queria dar uma “voadora” em todas as pessoas que fazem isso. Já eu acho que só uns bons gritos e sermões já fazem algum efeito, mas gostaria de aderir à campanha da minha colega e doar um fone de ouvido a cada um desses indivíduos, com o apoio da prefeitura, é claro.
Minha amiga contou que passou por uma situação em que nem conseguia ouvir os próprios fones de ouvido de tão alto que estava o volume do aparelho de uma mulher acompanhada de sua filha pequena. Que horror! E essa menina, que belo exemplo vai ter, não?!
Isabelle Hundsdorfer
Estudante de Com. Social - Jornalismo