A segurança pública é uma das maiores preocupações da população e, em virtude do aumento vertiginoso da violência, tem sido explorada e debatida pelas entidades governamentais e não governamentais no sentido de buscar uma solução que resolva esta questão, a qual, sem dúvida alguma, está entre as primeiras necessidades de qualquer ser humano. Os problemas de segurança pública são muitos e várias são as suas causas.
Esta questão é vista em todo o País como uma das prioridades, mas pouco se faz a respeito e no Paraná a coisa não é diferente.
Em Curitiba a segurança está muito falha, reclama a estudante Fernanda Qnalt do Colégio Domínio. “Não me sinto segura andando nas Ruas, vejo o tráfico de drogas totalmente livre e não há trabalho nenhum por parte da polícia”.
Já os taxistas alegam ser a classe menos favorecida com a falta de segurança como explica o Sr. Salvador de Brito, 56 anos, taxista há 30 anos. Foram retiradas as viaturas que cobriam as entradas de cada bairro, com isso aumentou a violência dentro da área. “Em uma parada pela polícia, pediram somente meus documentos e dos passageiros não foi exigido nada”.
Para ele, se voltasse este procedimento das viaturas já melhoraria a segurança.
A violência está cada vez maior e assustadora, nem as câmeras instaladas conseguiram inibir totalmente a ação dos bandidos que praticam seus atos até mesmo na luz do dia.
Mas segundo o soldado Alysson Norberto, da Polícia Militar, existe um bom policiamento com um aumento de ronda e de viaturas em toda a região.Segundo ele, houve uma diminuição nos casos de violência que variam da faixa etária dos 17 aos 30 anos.
Alisson afirma ainda que a polícia está em constante aprimoramento e com muitos projetos a serem aprovados para a melhoria da segurança.
Esta questão é vista em todo o País como uma das prioridades, mas pouco se faz a respeito e no Paraná a coisa não é diferente.
Em Curitiba a segurança está muito falha, reclama a estudante Fernanda Qnalt do Colégio Domínio. “Não me sinto segura andando nas Ruas, vejo o tráfico de drogas totalmente livre e não há trabalho nenhum por parte da polícia”.
Já os taxistas alegam ser a classe menos favorecida com a falta de segurança como explica o Sr. Salvador de Brito, 56 anos, taxista há 30 anos. Foram retiradas as viaturas que cobriam as entradas de cada bairro, com isso aumentou a violência dentro da área. “Em uma parada pela polícia, pediram somente meus documentos e dos passageiros não foi exigido nada”.
Para ele, se voltasse este procedimento das viaturas já melhoraria a segurança.
A violência está cada vez maior e assustadora, nem as câmeras instaladas conseguiram inibir totalmente a ação dos bandidos que praticam seus atos até mesmo na luz do dia.
Mas segundo o soldado Alysson Norberto, da Polícia Militar, existe um bom policiamento com um aumento de ronda e de viaturas em toda a região.Segundo ele, houve uma diminuição nos casos de violência que variam da faixa etária dos 17 aos 30 anos.
Alisson afirma ainda que a polícia está em constante aprimoramento e com muitos projetos a serem aprovados para a melhoria da segurança.
Michelli Cordeiro
1º Período de Com. Social - Jornalismo