No último domingo, dia 2 de novembro, o Brasil esteve perto de dar o grito de campeão no esporte que para os brasileiros é marcado por tristezas e lembrado pela dor.
Há 14 anos que um brasileiro não consegue ir tão longe, ao mesmo tempo tão perto de se consagrar campeão na elite do automobilismo.
O domingo em Interlagos relembrou várias vezes Ayrton Senna, o ícone brasileiro da modalidade. A chuva já faz parte do próprio autódromo em São Paulo, mas um brasileiro com o dom de guiar uma máquina que voa baixo, em pistas extremamente escorregadias, há muito não se via.
Uma platéia de 18 mil pessoas. Uma alegria com a esperança da conquista do título. Um elenco espetacular, além de equilibrado. O decorrer das 72 voltas pelos 4.309 metros do circuito dava a oportunidade e a expectativa de um brasileiro estar novamente ao topo da F1.
Tudo isso se não fosse "um tal" de Lews Hamilton que se sagrou o mais jovem campeão da categoria. O britânico de 23 anos ainda agradece o único ponto de vantagem sobre o brasileiro e da existência de 500 metros e duas últimas curvas.
Massa cumpriu com seu papel ao vencer a corrida de ponta a ponta. Más não era o que ele esperava, e muito menos o que queria.
Mais uma temporada sem o Brasil no topo. Um grito que há 14 anos está preso na garganta de 183,9 milhões de brasileiros. Um grito prestes a ser liberto. Uma tarde que não foi além do fim do tremor das pernas, da ansiedade e o surgimento de um profundo suspiro.
Percebe-se que a F1 está bem próxima de ganhar o mais novo Ayrton Senna.
Brasileiro, como sempre.
Há 14 anos que um brasileiro não consegue ir tão longe, ao mesmo tempo tão perto de se consagrar campeão na elite do automobilismo.
O domingo em Interlagos relembrou várias vezes Ayrton Senna, o ícone brasileiro da modalidade. A chuva já faz parte do próprio autódromo em São Paulo, mas um brasileiro com o dom de guiar uma máquina que voa baixo, em pistas extremamente escorregadias, há muito não se via.
Uma platéia de 18 mil pessoas. Uma alegria com a esperança da conquista do título. Um elenco espetacular, além de equilibrado. O decorrer das 72 voltas pelos 4.309 metros do circuito dava a oportunidade e a expectativa de um brasileiro estar novamente ao topo da F1.
Tudo isso se não fosse "um tal" de Lews Hamilton que se sagrou o mais jovem campeão da categoria. O britânico de 23 anos ainda agradece o único ponto de vantagem sobre o brasileiro e da existência de 500 metros e duas últimas curvas.
Massa cumpriu com seu papel ao vencer a corrida de ponta a ponta. Más não era o que ele esperava, e muito menos o que queria.
Mais uma temporada sem o Brasil no topo. Um grito que há 14 anos está preso na garganta de 183,9 milhões de brasileiros. Um grito prestes a ser liberto. Uma tarde que não foi além do fim do tremor das pernas, da ansiedade e o surgimento de um profundo suspiro.
Percebe-se que a F1 está bem próxima de ganhar o mais novo Ayrton Senna.
Brasileiro, como sempre.
Hamilton Junior
1º Período de Com. Social – Jornalismo