Gatos pretos, tremei!
Escondam-se, ó doces criaturinhas, pois é sexta feira, 13, e vocês, decididamente, trazem má sorte. Pelo menos é nisso que os babacas acreditam.
Mas, cada um com seus problemas. O meu, no momento, é fazer um texto verdadeiramente horripilante para que as pessoas leiam nesta sexta macabra e congelem os ossos.
“Huahuahuahua!”.
Comecemos: seu nome era Carry, uma garota muito estranha. Às vezes, de madrugada, um espírito encapetado fazia download nela e só era expulso com reza braba! É de se ver!
Mas Carry tinha um irmão caçula, o Fredy, e se é que é possível, era mais problemático ainda: ele tinha uma maldição, uma maldição tremenda! Era azarado que só vendo.
Um dia, Carry e Fredy estavam andando pelo bosque e se perderam na hora de voltar pra casa. Então ficou escuro. Sim, meus irmãos, escuro como o Pelé treinando embaixadinhas com uma bola de boliche num depósito de carvão à meia-noite!
Desesperadas, as duas crianças tentaram, a todo custo, encontrar o caminho de volta pra casa.
- Estamos ferrados e mal pagos, Carry!
- Por que diz isso?
- Já viu o título deste conto?
Sim, era sexta feira treze. Perto da meia-noite. Corujas davam rasantes pelas cabeçorras amedrontadas e piolhentas de Carry e Fredy... Então, eles escutaram uma risada:
- Quack!
Ah sim, me desculpem. Primeiro eles escutaram um pato. Depois sim, as risadas:
“Huahuahuahuahuahuahua!”.
- Ouviu isso, Fredy?
- Claro que não. Esqueceu que eu sou surdo?
- E eu muda. Estranho. Muito estranho.
Toda a noite era estranha. O céu revelava uma congelante lua cheia, e ao olhar para ela, Carry e Fredy ouviram um uivo agonizante:
- Auuuuuuuuuuuuuuuuu! Au!
Era Frank Aguiar fazendo campanha política.
- Maldição, Carry!
- Calma, Fredy! Vai ficar tudo bem!
- Não tem chance de acabar bem! O cara que está escrevendo este conto é doente da cabeça!
E de fato, quando as crianças voltaram a olhar para a lua, viram um vulto misterioso. Parecia um...parecia um padre segurando balões, mas isso não fazia o menor sentido!
Carry e Fredy correram desesperados, tropeçando em pedras, galhos e perfumes da Natura. No desespero, Fredy berrou estupidamente:
- Eu daria a minha vida pra sobreviver!
De repente, algo chamou a atenção de Carry:
- Veja, Fredy! Estou vendo uma luz lá na frente!
- Eba!
Tragicamente, as duas patéticas crianças correram velozes em direção a um trem, minutos antes de o dia amanhecer.
E aqui termina mais um trágico conto de sexta feira treze... espero que vocês tenham aprendido que...que...bom, acho que não há muito o que aprender. Sinto muito.
- Auuuuu! Au!
Cala a boca, Frank. Agora não.
Escondam-se, ó doces criaturinhas, pois é sexta feira, 13, e vocês, decididamente, trazem má sorte. Pelo menos é nisso que os babacas acreditam.
Mas, cada um com seus problemas. O meu, no momento, é fazer um texto verdadeiramente horripilante para que as pessoas leiam nesta sexta macabra e congelem os ossos.
“Huahuahuahua!”.
Comecemos: seu nome era Carry, uma garota muito estranha. Às vezes, de madrugada, um espírito encapetado fazia download nela e só era expulso com reza braba! É de se ver!
Mas Carry tinha um irmão caçula, o Fredy, e se é que é possível, era mais problemático ainda: ele tinha uma maldição, uma maldição tremenda! Era azarado que só vendo.
Um dia, Carry e Fredy estavam andando pelo bosque e se perderam na hora de voltar pra casa. Então ficou escuro. Sim, meus irmãos, escuro como o Pelé treinando embaixadinhas com uma bola de boliche num depósito de carvão à meia-noite!
Desesperadas, as duas crianças tentaram, a todo custo, encontrar o caminho de volta pra casa.
- Estamos ferrados e mal pagos, Carry!
- Por que diz isso?
- Já viu o título deste conto?
Sim, era sexta feira treze. Perto da meia-noite. Corujas davam rasantes pelas cabeçorras amedrontadas e piolhentas de Carry e Fredy... Então, eles escutaram uma risada:
- Quack!
Ah sim, me desculpem. Primeiro eles escutaram um pato. Depois sim, as risadas:
“Huahuahuahuahuahuahua!”.
- Ouviu isso, Fredy?
- Claro que não. Esqueceu que eu sou surdo?
- E eu muda. Estranho. Muito estranho.
Toda a noite era estranha. O céu revelava uma congelante lua cheia, e ao olhar para ela, Carry e Fredy ouviram um uivo agonizante:
- Auuuuuuuuuuuuuuuuu! Au!
Era Frank Aguiar fazendo campanha política.
- Maldição, Carry!
- Calma, Fredy! Vai ficar tudo bem!
- Não tem chance de acabar bem! O cara que está escrevendo este conto é doente da cabeça!
E de fato, quando as crianças voltaram a olhar para a lua, viram um vulto misterioso. Parecia um...parecia um padre segurando balões, mas isso não fazia o menor sentido!
Carry e Fredy correram desesperados, tropeçando em pedras, galhos e perfumes da Natura. No desespero, Fredy berrou estupidamente:
- Eu daria a minha vida pra sobreviver!
De repente, algo chamou a atenção de Carry:
- Veja, Fredy! Estou vendo uma luz lá na frente!
- Eba!
Tragicamente, as duas patéticas crianças correram velozes em direção a um trem, minutos antes de o dia amanhecer.
E aqui termina mais um trágico conto de sexta feira treze... espero que vocês tenham aprendido que...que...bom, acho que não há muito o que aprender. Sinto muito.
- Auuuuu! Au!
Cala a boca, Frank. Agora não.
Diego Gianni
Estudante de Com. Social - Jornalismo