O que temos que passar para continuar sendo uma capital com conceito de "bem estruturada"? A cada dia que passa podemos ver visivelmente o quebra- quebra de asfaltos e o surgimento de novos desvios. Nota-se, por exemplo, que na Marechal Floriano Peixoto alguns ônibus praticamente andam em "zig zag". O que nos faz pensar na possibilidade de mais agilidade e rapidez se transforma em um pesadelo brutal, principalmente em horários de pico.
Há muito não se viam obras em grande quantidade espalhadas em Curitiba. A linha verde que está por vir, teêm como tendência uma estrutura maior e um trânsito mais eficaz. Mas o que temos que passar para um futuro promissor em que possamos dizer uns aos outros as qualidades do "monumento rodoviário"? São horas dentro de veículos onde não se sabe ao certo, onde será o próximo desvio.
Há tantos entulhos, que é impossível ver algo arrumado, mesmo que por mais que se adiantem os dias.
A bagunça é o único adjetivo possível no momento para tal assunto. E a pergunta que podemos fazer é: "Precisava quebrar tudo de uma vez só?"
Hamilton Junior
1º Período de Com. Social - Jornalismo
terça-feira, 28 de outubro de 2008
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