Editorial

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sexta-feira, 27 de março de 2009

Artigo: A confinaça

Falar sobre confiança é discutir uma grande incógnita em todos os relacionamentos.
Hoje em dia as pessoas afirmam confiar plenamente em seus parceiros. Geralmente essas afirmações vêem em frases, como por exemplo: “Eu confio no meu taco”, “Coloco minha mão no fogo”. De acordo com o Dicionário Aurélio, confiar é o ato de deixar de analisar se um fato é ou não é verdadeiro”. Mas será que na vida real, é tão fácil assim?
O amor de hoje em dia tão questionado e discutido, na maioria das vezes é só mais uma atração para jovens, adolescentes.
No geral, ninguém espera que a primeira “ficada” da sua vida seja a última de todas, chegando ao casamento, e “até que a morte nos separe”.
Quando ficamos apaixonados, com todos os benefícios e maldades, por mais que inconsciente seja, temos a certeza de que a pessoa que amamos é realmente nossa. E SÓ NOSSA!!! Mas com a Internet e as facilidades que ela traz, a traição se torna rápida e invisível. Hoje é possível conversar em sites de relacionamento, bate-papos, Messenger, marcar encontros e nunca mais ver a pessoa, só para satisfazer um desejo, coisa de momento e rápido. Bem diferente do amor verdadeiro, que como esperamos, deve durar para sempre.
Mas até onde a desconfiança pelo outro vale a pena? Se andar muito preocupado com isso, antes de qualquer coisa, sente e converse. Em qualquer relação devemos ter pleno conhecimento da vida do outro e liberdade de conversar de igual para igual. Ninguém é melhor que ninguém em um namoro, em um noivado e, até mesmo, em um casamento. Os dois estão ali, no mesmo barco, juntos, lutando em busca de um mesmo ideal. Agora, se você não tem liberdade suficiente para conversar e deixar bem claro o que pensa, é melhor rever em que pé está essa relação. Isso leva um bom tempo para nascer e desenvolver, mas se de um lado não há movimentação, então tome à frente você e comece a deixar espaço para que o outro indague, deixando bem claro o que realmente quer. Mostre, sem vergonha e sem medo, que você está ali somente com um propósito: amar e ser amado, sem ninguém no meio. Assim o outro lhe mostrará o que realmente quer.
Alice Carolina Bulotas
Estudante de Com. Social - Jornalismo