Editorial

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Cinema:


O curioso caso do filme que vale a pena
A princípio todo filme deveria ser "de arte". Afinal, o cinema é a chamada "Sétima Arte". Contudo, muitas vezes o filme de arte é visto com mal olhos. Tem fama de chato e intelectóide. Com tantos filmes-pipoca que só visam o lucro fácil, um filme bem feito tem que ser visto como um presente. "O curioso caso de Benjamin Button", que estreou semana passada no Brasil, veio embalado para presente, numa imensa caixa com uma fita brilhante. E nem é meu aniversário.
É a prova de que um filme relativamente lento, com muitas cenas sem diálogos e longo pode ser sim, muito divertido.
O filme é uma fábula sobre o tempo e sua influência nas relações humanas. Conta a história de Benjamin Button, um homem que já nasceu velho. Com uma aparência terrível, é abandonado na porta de um asilo. Lá é adotado por uma jovem que o vê com olhos maternais e acredita que ele seja um milagre. Todos acham que ele vai morrer a qualquer momento, mas isso não acontece. Benjamin rejuvenece com o tempo, até o fim da vida.
O ambiente do asilo cai como uma luva na primeira infância de Benjamin. Afinal, ele é uma criança que tem catarata, artrose, é quase surdo e muito enrugado. Não é a toa que a primeira parte do filme é a mais interessante. É nesse asilo que ele conhece a neta de uma das moradoras, Dayse, o grande amor da sua vida.
Brad Pitt interpreta Benjamin Button e Cate Blanchet é Dayse. Os dois estão muito bem. Brad é um ator que se supera a cada filme, e é cada vez mais reconhecido pelo trabalho, a despeito de seu casamento-espetáculo com Angelina Jolie. O ator já está cotado para ganhar o Oscar, por esse que é mais uma parceria com o diretor David Fincher. Os dois já trabalharam juntos em "Seven-Sete Pecados Capitais" e "Clube da Luta". Fincher é famoso por fazer filmes que deixam a crítica em pavorosa, mas nem sempre é sucesso de público. Com este filme, provavelmente o sucesso virá completo.
Tilda Swinton é a mãe de Benjamin, em uma interpretação inspirada. Julia Ormond a filha de Dayse. O roteiro é uma adaptação de um conto de F. Scott Fitzgerald. Mesmo que seja tentador ter uma aparência de 15 anos com uma experiência de 65, com Benjamin descobrimos que isso não é assim tão divertido. O filme ainda conta um pouco da recente história americana (eles não resistem a isso...), e discute a imensa sabedoria das crianças, que parece ser inerente a elas e a lucidez disfarçada dos idosos, não exatamente nessa ordem.
Veja trailer: http://tvparanaense.rpc.com.br/player.php?Video_ID=34053&programa=&descr=&guia=1&autostart=1
Simone Lima
Estudante de Com. Social - Jornalismo

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Artigo:

O Capitão da América
Dois milhões. Esse foi o número aproximado de pessoas que tiveram o privilégio de presenciar um dos fatos mais marcantes da história dos Estados Unidos. O empossamento de Barack Hussein Obama macou o fim do mandato de George W. Bush, concretizando o desejo da maioria dos americanos O homem não conquistou somente os EUA. Ele conquistou povos dos quatro cantos do planeta que o queriam como presidente tanto quanto os norte-americanos. Um afro-americano de descendência queniana por parte de pai. Pela primeira vez na história americana, um afro descendente chega à Casa Branca.
Assim, ele chega para mudar a história, pelo menos para os yankees Ele afirmou no dia de sua posse que os problemas são maiores que o esperado e que o imaginado. Mas Obama passa a ter o cargo mais poderoso do planeta . A afirmação de que os EUA estariam preparados para continuar reinando era tudo o que cada cidadão no Capitólio em Washington queriam ouvir.
Enfim, término da festa e dos dos mais de cinquenta bailes em comemoração pela posse. O início é marcado pela consciência do grande trabalho que o líder americano terá junto aos seus conselheiros e tentar reerguer uma nação acabando com um déficit de $1 trilhão.
Seguindo os passos de Lincoln ou não, o que os americanos buscam saber como todo o restante do planeta é se Barack Hussein Obama realmente entrará para a história como o homem que salvou a economia mundial.
Infelizmente para ele, o que se vê é que a economia mundial não é o único problema dos americanos. Seu governo deverá se firmar sobre dois pilares: o econômico e o político. Pelo lado econômico, medidas para a reestruturação já foram anunciadas, como o congelamento de salários de funcionários
É fato que o 43º presidente sai da Casa Branca após oito anos com a popularidade mais baixa de todos os tempos. Um governo de péssimos atos faz com que a maior parte do trabalho do novo governante, seja pela consequência do então velho governo Bush. Nota-se pela série de ligações que já feitas e pelas prováveis visitas ao Oriente Médio, tudo pela reparação aos danos com a permanência das tropas no Iraque, fato que contribuiu significantemente para o déficit americano. Obama literalmente terá que limpar a sujeira de Bush.
Podemos concluir que os Estados Unidos começam o ano dispostos a trabalhar para manter sua hegemonia mundial. Essa é a maior “guerra” que visam no momento. Algo que não depende somente do possível e mais novo Super Homem.
Hamilton Junior
Estudante de Com. Social - Jornalismo

domingo, 18 de janeiro de 2009

Publicidade Criativa

Ariel Golinski
Estudante de Com. Social - Produçãi Editorial

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Cinema:

"Despedida em Las Vegas" é uma uma linda história, porém, um filme triste. Se você procura diversão não o assista. Se você procura conforto para suas frustações também não o faça. A sensação de solidão só aumenta depois dele.
Assista pelo prazer de ver uma obra de arte dos mínimos aos grandes detalhes. Da música à fotografia. Do texto às interpretações. Um filme muito inspirado.
O diretor Mike Figgis adaptou roteiro do filme a partir de um livro autobiográfico do escritor John O'Brien, que se suicidou duas semanas depois que a produção do filme começou.
A história é sobre Ben e Sera, interpretados por Nicolas Cage e Elisabeth Shue. Ele é um roteirista alcoólatra que acabou de ser despedido de seu último emprego. Ela, uma prostituta que é explorada por um cafetão paranóico. O filme não fica explicando o passado dos dois. Em algum momento Ben diz " não sei se minha mulher me deixou porque eu bebia, ou eu comecei a beber porque minha mulher me deixou...". Sera não padece da Síndrome de Cinderela que outras prostitutas do cinema sofrem. Ela é o que é.
Num mundo onde a solidão é uma regra, eles são personagens que se situam à margem da sociedade aparentemente por escolha própria. Neles, a solidão é uma fuga. Se envolver é muito perigoso para Sera pela própria natureza da sua profissão. Tudo que Ben não quer é um relacionamento, pois ele vendeu tudo que podia, pegou a recisão do último emprego e decidiu beber até morrer. Literalmente.
No entanto tudo o que os dois não precisam acontece. Se encontram um no outro. Do relacionamento mais improvável surge algo de verdade, quase palpável. Quando Ben olha Sera, não é preciso dizer mais nada. Está tudo ali. Muito explícito.
A atuação de Nicolas Cage é uma afronta a outros atores. Nunca mais depois de Ben, o ator foi tão soberbo. Muito se falou sobre sua interpretação na época do lançamento do filme, em 1995. Uns disseram que ele gravou as cenas bêbado, outros que ele se filmou bêbado para saber como se comportava como tal. Não importa. É a melhor interpretação da sua carreira. E lhe valeu o Oscar de melhor ator em 1996. Elisabeth Shue poderia ter sido só uma escada para Cage neste caso. Mas passa longe disso. Sua interpretação é sutil, mas comove. É uma grande atriz que nunca fez sucesso em blockbusters, nem tanto sucesso como merecia.
De qualquer forma, assistam o filme. Vale a pena pelo espetáculo. Lindo e emocionante.
Simone Lima
Estudante de Com. Social - Jornalismo

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Crítica de Cinema:

Crepúsculo
Crepúsculo é o Best Seller de Stephanie Meyer que retrata a saga de amor do vampiro Edward Cullen com a humana Isabella Swan. Nesse primeiro livro da série é mostrado como eles se conhecem e se apaixonam, o filme baseado na história foi lançado no Brasil dia 19 de dezembro e estreou em segundo lugar nas bilheterias.
O filme até tenta ser fiel ao livro, porém a atuação de Robert Pattinson como Edward e de Kristen Stwart como Bella, deixam muito a desejar, afinal no livro o belo vampiro conquista sua amada através de olhares e gestos que o ator nem de longe consegue interpretar. Bella é desastrada e divertida, o que também não acontece no filme, sem contar que a história foi extremamente reduzida. Mesmo assim a Summit Entertainment já anunciou que o estúdio estará dando proseguimento à produçao de "Lua Nova" segundo livro da série.O terceiro livro "Eclipse" será lançado no Brasil no dia 16 de janeiro, o quarto "Breaking Down" ainda não tem previsão de lançamento aqui. São livros que valem a pena serem lidos.Quanto aos filmes, com sorte eles não filmam os quatro,e poupando bons livros de serem esquecidos devido a filmagens ruins, como quase sempre acontece no cinema.
Patricia Strogenski
Estudante de Com. Social - Jornalismo